Champions League

Curtas sobre o Benfica – Fenerbahçe

Péssima parte do nosso Benfica, a entrar amorfo e sem intensidade e definição dos lances. Algum mérito na forma como defendiam os turcos, mas não deixa de haver aqui muita falta na qualidade de jogo apresentada por nós na primeira parte. Fraca ligação entre sectores e abuso do jogo exterior e cruzamento sem qualquer sucesso.

Na segunda parte houve um upgrade na qualidade de jogo, viu-se ideias e um futebol mais combinativo, apesar de algum distanciamento de Ferreyra do resto da equipa.

Fica a ideia que Ferreyra não encaixa neste 4-3-3, pois prefere a boa no pé do que bolas para atacar a profundidade. Com tudo notou-se debilidades do argentino em segurar a bola para combinar com os restantes colegas.

Castillo mostrou mais capacidade para segurar e combinar com os colegas, mostrou mais capacidade de pressão à primeira fase de construção do adversário dando outra agressividade na recuperação da bola em zonas altas pelo Benfica.

Zivkovic tem de ser titular, é um daqueles jogadores que procura sempre a melhor solução e decide quase sempre melhor que Salvio (quando comparado com o colega que substituiu).

André Almeida apesar de ter crescido ofensivamente na 2ª parte (tal como toda a equipa) é curto para titular do Benfica que quer reconquistar o título e fazer boa campanha europeia.

Gedson, deixou os nervos na primeira parte e contribuiu muito para o crescer do Benfica na segunda metade do jogo.

Pizzi continua a ser o pensador da equipa (com um erro aqui ou ali), quase todos os lances ofensivos passam por si.

O capitão Jardel esteve sempre muito bem, rápido, atento e sempre forte na antecipação ajudando depois a lançar os ataques da equipa, tal como Fejsa. Na primeira parte já foi um oásis no deserto de ideias de Benfica.

1 Comment

  1. Fernando Aguiar

    «Péssima parte do nosso Benfica, a entrar amorfo e sem intensidade e definição dos lances.» Por acaso até acho que o lances estiveram bem definidos. Estava bem definido que era para cruzar e atirar bolas pelo ar e os jogadores cumpriram à risca.

    Quando vemos um jogador como Zivkovic a olhar para Pizzi e Gedson em posição frontal e sem oposição e apesar disso optar por um cruzamento para a molhada, acredita quem quiser que é “escolha” do jogador e não “ordens superiores”.

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