Tal como prevíamos, o Benfica entrou em Portimão a massacrar o adversário e a não lhe dar sequer hipótese de passar do meio-campo. Com o intervalo veio a consciência de que a vitória era obrigatória e o resultado ainda muito curto face ao que se tinha passado dentro de campo, o que levou a que a equipa tivesse algum receio e acabasse por permitir ao Portimonense crescer.
Com o golo do empate, o Benfica teve que tornar a reagir e nem a lesão de Jonas impediu o melhor Benfica de regressar ao Estádio Municipal de Portimão. Muito bem Raúl, a segurar a bola e a permitir que a equipa subisse no terreno.
Em termos individuais, destaques para Cervi e Zivkovic. O primeiro a mostrar que a continuidade de jogos faz maravilhas em quem possui o talento para brilhar, e o segundo a mostrar que “um cérebro” joga em qualquer zona do terreno.
Nota de desapontamento para a exibição de Rafa, com o extremo português a perder muitas bolas e a brilhar apenas a espaços, o que não é condizente com o seu valor. Há muito trabalho psicológico que devia ser feito com Rafa e infelizmente, parece que tal não está a acontecer. Continua a notar-se ansiedade e os critérios de decisão que tem tido não são condizentes com o “seu” futebol, o que apenas pode ser justificado por uma clara falta de confiança.
SLB
No entanto, como se pode ver pelo gráfico em cima, mesmo tendo jogado abaixo do que pode e sabe (Rafa), acabou por ter bastante influência no que foi o jogar da equipa.
A lesão de Jonas passa agora a ser o principal foco de preocupação de todos os benfiquistas, sendo que ao que parece, não é nada de grave e estará brevemente de regresso (só falta saber o quão brevemente).
12 jogos para o final, 7 em casa e 5 fora. Tempo de continuar a acreditar e a apoiar a equipa neste difícil trajeto rumo ao #penta.
Venha o Boavista, que temos contas a acertar!