Champions League, Metodologia EPU

Metodologia EPU – a razão porque hoje vamos ganhar

Este será um jogo-chave na caminhada do Benfica na Champions. Não resta outra opção que não a vitória, sob pena de comprometer as nossas chances na qualificação logo na 1ª jornada.
Sabendo disso, e depois de uma má exibição no último jogo, cremos que a vitória hoje nos sorrirá e teremos uma boa exibição para recordar desta noite europeia.
Metodologia Champions 1ª Jornada
 

2 Comments

  1. lawrence

    Parece que a metodologia não está bem afinada, companheiro!
    É favor dar uma revisão na matéria!

  2. Edson Arantes do Nascimento

    A metodologia é boa porque deveríamos ter cilindrado aqueles coxos… Que não jogam uma beata, raramente passavam do meio-campo! Agora, do nosso lado também não há grandes motivos para elogios. Desde logo a começar pela estratégia.
    Há uma entrevista qualquer em que o RV diz que na Champions a ideia é ter mais controlo de jogo, diminuindo ritmos e evitando jogos partidos. Em teoria, isto faz algum sentido, nem que seja pelo facto de defrontarmos equipas com bons valores individuais que, numa jogada qualquer, podem decidir os jogos. Mas ontem, por exemplo, foi um erro total, na minha opinião. A primeira parte do CSKA foi horrível, deram espaços a defender (nem contenção faziam, muitas das vezes), não fizeram dois passes seguidos, passaram 45 minutos a mandar charutos. E nós nunca apertámos os gajos (rodando mais rápido a bola, aproveitando melhor o espaço interior, provocando e atraindo mais vezes os adversários) e também aproveitámos mal as abébias.
    A nível individual, senhor Vitória, já não há paciência para certas decisões. Volto a dizer: porque carga d’água o Pepê não tem lugar nesta equipa? Hã?! Ontem teria sido titular, porque sem Fejsa, nem Samaris (foda-se já não há paciência, retiro o que disse a semana passada), nem tão-pouco Augusto têm o mínimo exigível para jogar no Benfica. Eu não caio nas parvoíces de gente com pouca memória e reconheço facilmente, e com alegria, que o RV deu mais oportunidades a gente jovem, em dois anos, do que todos os treinadores que me recordo no Benfica (desde os anos 1980). Mesmo assim, há situações que precisam de outra explicação. O mesmo serve para o Lisandro – quanto tempo vamos ter de esperar para que se dê uma oportunidade ao Ruben? O mesmo serve para o Douglas – não está em condições de jogar? Quando estará em condições?
    Este jogo também serviu para que nos possamos debruçar sobre as ideias do RV: o modelo de jogo é de clube grande, de quem pretende assumir a bola e pressionar o adversário. Fixe. Mas isto são apenas traços gerais, depois é preciso particularizar e desenvolver estas ideias a vários níveis. O senhor RV, enquanto não perceber que precisa de ter processos mais bem desenhados, com melhores ideias colectivas, sobretudo em posse de bola, será sempre um treinador a prazo. Ontem, foi exasperante a imparável e monocórdica procura pela superioridade numérica nos flancos para meter na área – é certo que deu um bom golo mas às tantas torna-se numa facilidade para o adversário. Nestes movimentos, geralmente a equipa desocupa totalmente o corredor central! É uma comédia e que também dá problemas na transição defensiva.
    Um dos poucos motivos de alegria foi ver o Grimaldo em campo. Com a falta de qualidade na zona 6 dei por mim a pensar que mais valia o Grimaldo jogar ali e entrar o Eliseu! É fantástico jogarmos com um criador na lateral, é um atleta que me dá um prazer enorme a ver jogar.
    (desculpem o linguado :-P)

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